domingo, 1 de janeiro de 2017

Doendo em outro lugar

Inundações olhos afogados respiração labios atados noite desnutrida luzes cortadas breu
qualquer mar revolto é pouco e o peito sangra inexistindo lento um tormento um devaneio louco queda livre abutre rasgando a carne vida sem sentido sem alarde eu parto tu partes ele parte e a tristeza como um trem não espera vai e vem mudo sombrio atropela uma dor nivel um dois três por do sol penumbra morte enfim talvez...